quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Preço do algodão em NY fica entre 70 e 80 cents em 2013


Os contratos futuros de algodão devem ser negociados no intervalo entre 70 cents/lb e 80 cents/lb pelo restante de 2013, disse o banco australiano ANZ, em nota de pesquisa. 'Veremos pouco potencial de valorização dos preços no ambiente atual', destacou a instituição.

Segundo o ANZ, os estoques crescentes de algodão, que devem aumentar para um recorde de 18 milhões de toneladas em 2012/13, e o fraco consumo global devem limitar a possibilidade de ganhos da fibra. No mundo, devem ser consumidas 23 milhões de toneladas de algodão neste ano comercial, abaixo do pico de 27 milhões de toneladas de 2006/7.

Conforme o banco, que cita estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a temporada terá ainda a maior taxa de estoque/uso já vista. Às 8h51, o vencimento março, de maior liquidez, caía 39 pontos (0,49%), a 79,54 cents/lb. As informações são da Dow Jones.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Estudos com a harpia podem ajudar na preservação de outras espécies


No Pantanal norte, no município de Barão de Melgaço, Mato Grosso, a mata de cambará talvez seja o maior canteiro de mel do Brasil.
Só que o cambará em flor abriga além da fauna pantaneira um visitante ilustre. Ele nasceu quase junto com as flores, um filhote de harpia.
As primeiras imagens da reportagem foram feitas quando o filhote tinha três meses. A pelugem era branca e o equilíbrio precário. Nessa idade o filhote recebe comida no bico e quando chega o pai, a mãe protege o filhote com as asas.
Quando atinge os seis meses, o corpo da ave fica bem configurado e as penas atingem um tamanho parecido ao de um animal adulto, aparecendo o penacho.
Chega ao ninho um macaco sem cabeça e sem outras partes, que o adulto comeu após a caçada. O filhote come a pele o osso da carne. No final da refeição, resta apenas o esqueleto.
Nas águas de 2011, no Pantanal, quando a área do ninho inundou aconteceu alguma coisa de ruim, um bicho pegou o filhote.

Minas Gerais
No município de Contagem, na Grande Belo Horizonte, fica o criatório de Roberto Azeredo, devidamente regularizado pelo Ibama. Ele cria espécies nativas em risco de extinção para a reintrodução em locais de onde desapareceram.
O criador construiu um harpiódromo de três andares. No primeiro andar ficam as aves solteiras, que ainda não reproduziram; no andar intermediário foram colocadas as aves em recuperação; e no andar superior estão os casais. Não há diferença entre macho e fêmea, só no tamanho. A fêmea é um pouco maior.
Roberto Azeredo foi o primeiro no Brasil a criar harpias em cativeiro com as próprias aves chocando os ovos, dispensando a utilização de chocadeiras. “O período de encubação foi de 54 dias no criatório. A galinha é de 21 dias”, explica.

Amazônia
Há 25 anos, a doutora Tânia Sanaiottis, do INPA, Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia, em Manaus, capital do Amazonas, trabalha com a espécie no Brasil. “Nós temos mapeados cerca de 60 a 70 ninhos mapeados pelo Brasil”, calcula.
Antes da colonização havia harpia em quase território brasileiro, exceto em faixas de campo limpo no cerrado, na caatinga, no Pantanal e no Pampa. Atualmente, somente a Amazônia mantém-se parcialmente intacta.
A ave faz ninhos atrás das árvores mais altas. Os pés de angelim, de castanheira e de jatobá aparecem acima do dossel da floresta. São as árvores preferidas das harpias. Um casal criou no angelim um filhote que está com cerca de um ano.
O filhote, que fica pelo ninho esperando comida, voa de uma árvore a outra, agita as asas e se movimenta. O animal parece saudável e esperta. Mas a ave precisa ser capturada para fins de pesquisa. O escalador de árvores Olivier Jaudoin preparou uma armadilha que foi colocada no ninho.
Um dos trabalhos da bióloga Helena Aguiar Silva, do INPA, Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia, é estudar o alimento do filhote de harpia. Os dados coletados por Olivier Jaudoin servirão para definir a área necessária numa floresta nativa para abrigar uma família harpia.
O cardápio na Amazônia é variado. “Ele come preguiças, macacos, aves e outros animais que vivem no topo das árvores da floresta”, diz.
A bióloga junta os restos dos alimentos com os ossos, que caem do ninho e são recolhidos em tela, e faz um balanço da dieta do filhote no ninho. Foram 25 preguiças, seis macacos, quatro porcos-espinhos, um gambá e duas aves.
A vida da harpia depende da floresta. A bióloga Elisa Vandeli, pesquisadora da Embrapa de Manaus, faz um trabalho junto às comunidades rurais para mostrar que existem alternativas de vida na selva sem devastação. Ela é colaboradora do Projeto de Preservação do Gavião Real. “A árvore é fundamental para a proteção do gavião real, para a proteção de toda a vida da floresta, inclusive da cultura dos povos da floresta, mas árvores e florestas também são importantíssimas para a manutenção de uma agricultura sustentável, equilibrada”, alerta.
O Brasil é o segundo país com mais espécies de aves no mundo. Quem sabe essa pesquisa tão importante com a harpia, estimule o estudo e proteção de todas as aves brasileiras.

Fonte: Globo Natureza

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Corrija sua postura para dirigir

Passar horas seguidas imóvel, apenas coordenando os movimentos para dirigir, já é incômodo. A situação torna-se um pouco pior se a sua postura durante esse tempo estiver incorreta. Pensando nisso, publicamos algumas sugestões a serem seguidas que combatem possíveis problemas ortopédicos nos motoristas.

  • O ideal é deixar o banco com encosto o mais reto que o conforto permita.
  • Além disso, deve-se deixar o encosto do da cabeça a 90° com relação ao assento.
  • A cervical deve estar retificada e apoiada no encosto de cabeça, ou seja, coluna e cabeça alinhadas.
  • Os braços não devem ficar muito estendidos.
  • Não distancie muito o assento do volante para que os joelhos possam ficar flexionados. Eles devem estar sempre acima da linha do quadril.


Aproveite as dicas e boa direção!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Novembro Azul: agora é a vez dos homens se cuidarem

Depois de um mês inteirinho de prevenção e cuidados exclusivos à mulher, agora é a vez dos homens terem o seu período de conscientização. Novembro é o mês oficial de prevenção ao câncer de próstata, e a Transportes 1500 entra nessa luta. Durante todo o mês, estaremos divulgando dicas para que os nossos senhores se cuidem cada vez mais dessa doença que cuja estimativa contabiliza cerca de 60 mil novos casos nesse ano.

O que é a próstata?

A próstata é uma glândula que só o homem tem. Localizada na parte baixa do abdômen, é um órgão muito pequeno, com a forma de uma maçã e que se situa logo abaixo na bexiga, à frente do reto. A próstata envolve o início da uretra, tubo pela qual a urina armazenada na bexiga é eliminada. A próstata produz parte do sêmen, líquido liberado durante o ato sexual, que contém os espermatozoides.

Ficamos azuis, para lembrá-lo dos riscos do câncer de próstata

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Uma mão no volante e a outra na caneta


Uma das grandes vantagens de ser caminhoneiro é a oportunidade de conhecer histórias, pessoas e lugares completamente diferentes do que se está habituado a ver. Foi tirando partido dessa vantagem que o caminhoneiro Jean Carlos de Andrade (fotos ao lado e abaixo) descobriu em si outro talento, que ia além de dirigir: o de escrever. Durante os 15 anos que trabalhou a bordo de caminhões, Jean registrou tudo de diferente que encontrava em uma espécie de diário de bordo. Esse diário originou o livro “Vida de Caminhoneiro”, trabalho em que Jean relata tudo que viu e ouviu, diagramado e ordenado pelo próprio autor.

Apesar da riqueza do material, nenhuma editora se propôs a publicar o livro. A saída foi publicar por conta própria e colocar os livros à venda em postos de gasolina e em sites que publicam sob demanda, como Bookess e Agbook. A partir daí, o livro foi conquistando espaço e já obteve resultados expressivos.

Além de “Vida de Caminhoneiro”, Jean já publicou outros quatro livros. Apesar disso, não abandonou a boleia de lado. Ele continua fazendo fretes, indo principalmente para capitais como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo. No tempo livre, aproveita para exercitar ainda mais a veia literária.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Agricultores enfrentam problemas com a alta no custo do frete em MT

O agricultor Jorge Schinoca colheu 60 mil sacas de milho safrinha este ano em Jaciara, no sul de Mato Grosso, 20% a mais que na safra anterior. O grão é do tipo exportação e parte da colheita vai para o mercado externo.

O agricultor Jorge Schinoca

Em outubro do ano passado, o armazém já estava vazio, mas agora, com a alta do frete em mais de 30%, o produtor prefere esperar um pouco na esperança de valores mais baixos.

O Imea (Instituto Mato Grossense de Economia Agropecuária), calcula que o frete já subiu em média 40% nos últimos quatro meses em Mato Grosso. Um exemplo é o trajeto Sorriso-Paranaguá. No começo do ano o valor era de R$ 165 a tonelada e agora está custando R$ 230, alta de 40%. "Os novos contratos de soja para março já estão em média em torno de R$ 300, quase o dobro" explica Cléber Noronha, engenheiro agrônomo do Imea.

A colheita recorde de milho safrinha, rodovias precárias e o aumento do diesel contribuem para o reajuste no transporte. A lei que regulamenta o trabalho dos caminhoneiros também interfere. Eles precisam parar em intervalos regulares durante a viagem e descansam no mínimo 11 horas entre uma jornada e outra. A expectativa é de que o custo do frete tenha ainda novos reajustes.


Jorge Schinoca sabe que os custos de produção da safra de soja que está começando serão maiores, pois trazer o adubo dos Portos já está mais caro.

A preocupação dos agricultores fica ainda maior tendo em vista a previsão de que a safra de soja, que vai ser colhida no início do ano que vem, será recorde.

Com informações Globo Rural.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Geada preocupa moradores do RS

A massa polar que chegou ao Rio Grande do Sul tem preocupado os agricultores. Na madrugada de ontem para hoje geou no estado, prejudicando as lavouras de milho. No Rio Grande do Sul, 70 % das lavouras ainda está em fase inicial, causando preocupação nos agricultores. Na região norte do estado, alguns produtores optaram por plantar o milho mais tarde, até que a primavera se intensifique. A boa notícia é que o frio está acabando e logo o tempo se estabilizará.