quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Geada preocupa moradores do RS
A massa polar que chegou ao Rio Grande do Sul tem preocupado os agricultores. Na madrugada de ontem para hoje geou no estado, prejudicando as lavouras de milho. No Rio Grande do Sul, 70 % das lavouras ainda está em fase inicial, causando preocupação nos agricultores. Na região norte do estado, alguns produtores optaram por plantar o milho mais tarde, até que a primavera se intensifique. A boa notícia é que o frio está acabando e logo o tempo se estabilizará.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
1500 News
A produção de soja deve ter considerável aumento com a chegada do verão. A área plantada crescerá 4%. Esse crescimento na produção é produto da bom preço a que está sendo comercializada a saca da soja (R$ 77). Tal ascendência tem, inclusive, incentivado os produtores a pensar na safra de inverno/2013, garantindo desde já os insumos agrícolas para o período.sexta-feira, 17 de agosto de 2012
O problema da logística brasileira
De tudo que é transportado no Brasil, 58% vão por estradas e
28%, seguem por ferrovias. Nos Estados Unidos, o transporte é feito, sobretudo,
por trens. Em todo Brasil são 28 mil quilômetros de malha ferroviária. Nos
Estados Unidos, 10 vezes mais (280 mil).
O problema brasileiro não é apenas a malha ferroviária
pequena, mas a ociosidade dos trilhos. Menos da metade, 12 mil quilômetros, é
usada com frequência. Nos Estados Unidos, tudo é usado.
A situação das rodovias é ainda mais crítica. São 1,6 milhão
de estradas no Brasil, mas apenas 200 mil quilômetros asfaltados. Os Estados
Unidos têm mais de seis milhões de quilômetros de estradas, 70% com asfalto.
Para piorar, a estrada não asfaltada é mais perigosa e dá mais prejuízo. Um
caminhão que usa estradas de terra gasta mais gastos com pneu, combustível e
peças.
Em média, gasta 30% a mais, custo que é repassado aos
produtos transportados. “Nós sabemos que muitas coisas que hoje se transporta
por rodovia, não deveria estar lá. O que significa o seguinte: produtos mais
baratos chegam para nós mais caros por causa da ineficiência logística
brasileira. Ferrovia e rodovia hoje no Brasil elas competem, são concorrentes,
no mundo desenvolvido, elas são complementarem. Produto mais adequado para
ferrovia, anda no trem, produto mais adequado para rodovia, anda no caminhão.
No Brasil não é assim”, fala o coordenador do núcleo de infraestrutura e
logística da Fundação Dom Cabral, Paulo Resende.
Fonte: Jornal da Globo
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Caminhões estão envolvidos em 24% dos acidentes fatais deste ano
No Rio Grande do Sul, os caminhões são responsáveis por 24%
dos acidentes com morte ocorridos este ano no estado. O levantamento foi feito
pelo Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS), que ao
contabilizar os mais de 900 acidentes que ocorreram no período de janeiro a
junho, detectaram que 219 envolveram pelo menos um caminhão. Os números se
tornam ainda mais agravantes quando colocados em confronto com o tamanho da
frota: caminhões representam uma fatia de 5% da frota gaúcha.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a principal razão dos
acidentes é a quantidade excessiva de horas que os motoristas passam dirigindo. Algumas empresas geralmente pagam por produtividade e isso estimula os caminhoneiros a
descansarem menos do que o necessário.
O que pode ajudar a reverter essa situação é o cumprimento
da lei federal que regulamenta a profissão dos transportadores. A legislação
agora oferece uma pausa a cada quatro horas de viagem, bem como intervalo para
refeições e descanso diário de 11 horas por dia. A fiscalização da nova lei
começa em setembro e a nova regulamentação é desacreditada pelos caminhoneiros.
A classe acredita não ser possível cumprir os períodos de descanso, pois os
prazos de entrega das cargas estão cada vez mais apertados.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Órgãos de defesa dos caminhoneiros discutem melhorias para a classe
Aconteceu ontem, em Brasília, uma reunião que pode trazer
mudanças positivas aos caminhoneiros. Durante quatro horas, o movimento União
Brasil Caminhoneiro, a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos e o
secretário de Política Nacional de Transportes, Marcelo Perrupato, se reuniram para
debater exigências imediatas dos caminhoneiros.
Entre os temas discutidos na reunião estavam: a falta de
infraestrutura nas estradas, que não cumpre uma lei que estabelece paradas
obrigatórias de descanso, e a concessão de licenças para empresas de outros
setores também atuarem na área de transportes, que prejudica o faturamento da
classe, implantando concorrência que age fora do ramo.
O que se decidiu de imediato foi que todas as reivindicações
serão estudadas dentro de quatro grupos de trabalho. Esses grupos farão a
análise das normas e regulamentos, questões fiscais e tributárias, construção
dos tão pedidos pontos de parada e os aspectos jurídicos das demandas. Apesar da
discussão toda, o Ministério do Trabalho já anunciou que não conseguirá atender
todos os pedidos e que, durante o período de debate (um mês), a fiscalização do
cumprimento da jornada de trabalho fica suspensa.
E, enquanto a reunião acontecia, um grupo de caminhoneiros
esperava, ansiosamente, os resultados do debate, no saguão da Agência Nacional
de Transportes Terrestres.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Atendendo a pedidos: a receita do arroz-carreteiro
Ontem (propositalmente na hora do almoço), o blog trouxe um
pouco da história do arroz-carreteiro. O prato, que era uma comida
exclusivamente dos viajantes, agora faz parte das mesas dos brasileiros. Por isso,
o blog atende aos pedidos dos nossos leitores e traz a receita do
arroz-carreteiro da foto que ilustrou a postagem de ontem. Aprecie essa iguaria
genuinamente brasileira.
Ingredientes:
100 g de bacon em cubinhos;
½ xícara (chá) de óleo;
1 ½ kg de carne-seca dessalgada em cubinhos;
2 cebolas picadas;
3 dentes de alho picados;
2 ½ xícaras (chá) de arroz;
5 xícaras (chá) de água fervente;
5 tomates picados sem pele e sementes;
Sal;
½ xícara (chá) de salsa picada.
Modo de preparo:
Coloque o bacon em uma panela de ferro grande. Leve ao fogo e deixe que frite na própria gordura até dourar. Acrescente metade do óleo, espere aquecer e junte a carne-seca. Deixe fritar até que comece a dourar. Adicione a cebola e o alho, deixe fritar por mais alguns minutos. Comece a colocar água quente aos poucos, sempre mexendo, até que a carne cozinhe e fique macia. Reserve.
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| Arroz-carreteiro do blog: deixando leitores com água na boca |
Ingredientes:
100 g de bacon em cubinhos;
½ xícara (chá) de óleo;
1 ½ kg de carne-seca dessalgada em cubinhos;
2 cebolas picadas;
3 dentes de alho picados;
2 ½ xícaras (chá) de arroz;
5 xícaras (chá) de água fervente;
5 tomates picados sem pele e sementes;
Sal;
½ xícara (chá) de salsa picada.
Modo de preparo:
Coloque o bacon em uma panela de ferro grande. Leve ao fogo e deixe que frite na própria gordura até dourar. Acrescente metade do óleo, espere aquecer e junte a carne-seca. Deixe fritar até que comece a dourar. Adicione a cebola e o alho, deixe fritar por mais alguns minutos. Comece a colocar água quente aos poucos, sempre mexendo, até que a carne cozinhe e fique macia. Reserve.
Em outra panela, coloque o restante do óleo e do arroz. Leve
ao fogo e deixe fritar por alguns minutos. Acrescente os tomates, sal, e
refogue mais um pouco. Adicione água quente até cobrir o arroz, abaixe o fogo e
deixe cozinhar com a panela tampada. Misture a carne com o arroz em uma
travessa. Polvilhe com salsinha e sirva.
A receita rende quatro porções. Bom apetite!
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Arroz-carreteiro, o queridinho dos caminhoneiros
Típico da culinária brasileira, e mais típico ainda da
culinária “caminhoneira”, o arroz carreteiro é daqueles pratos que surgiram
pela necessidade de algo para comer, mas que ganharam status cultural anos
depois.
O prato é simples: consiste basicamente em um guisado feito
com arroz e charque, que, em tempos modernos, é substituído por carne moída e
outras sobras de carne bovina. Outros ingredientes, como legumes e bacon, são
colocados a gosto do cozinheiro.
Feito inicialmente pelos carreteiros – transportadores de
carga que tinham como meio de transporte carroças puxadas por bois e cavalos -,
o arroz é até hoje muito lembrado pelos caminhoneiros na hora das refeições,
devido à facilidade do preparo.
Típico da região sul (mais precisamente do Rio Grande do
Sul), o arroz-carreteiro ganha outros nomes Brasil afora, como “Maria-Isabel”,
na região centro-oeste brasileira.
Aproveite as sobras do churrasco de domingo e conheça essa
refeição com gosto de viagem.
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